Cardiologista defende hidroxicloroquina nas primeiras 24 horas de sintomas da Covid-19

A cloroquina deveria ser utilizada já de saída no tratamento de pacientes com sintomas típicos de Covid-19, mesmo antes da conclusão dos estudos sobre sua eficácia e seus efeitos colaterais. A opinião é do cardiologista argentino Costantino Costantini, radicado há mais de 40 anos no Brasil e diretor-geral do Hospital Cardiológico Costantini, em Curitiba, que tem acreditação máxima de qualidade pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Em entrevista à Gazeta do Povo, Costantini minimizou o risco cardíaco do uso da droga em um tratamento de ataque ao vírus, por curto período de tempo. ” Todo medicamento tem efeito colateral, mas quando é administrado por muito tempo, não por quatro ou cinco dias”, sublinha.

Os efeitos colaterais da cloroquina em pacientes infectados pelo coronavírus são uma das preocupações da comunidade médica e científica. Pesquisas com a droga foram suspensas no Brasil e em outros países pelo agravamento do quadro de saúde e até morte de pacientes por complicações renais, hepáticas e cardiológicas. O Colégio Americano de Cardiologia publicou estudo que mostra o risco de arritmias cardíacas que podem ser fatais por conta da utilização da cloroquina. Outra discussão frequente é sobre o momento correto para a aplicação do medicamento em pacientes com Covid-19. Inicialmente autorizado para a utilização em pacientes graves, a cloroquina e sua variável menos tóxica, hidroxicloroquina, têm se mostrado mais promissora em estudos que a introduzem já nos primeiros dias de tratamento, logo após os primeiros sintomas da doença. É o que defende Costantini. Confira a entrevista.

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