Plantão médico

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Criança da entrada no hospital Dr. Percilio Alves em Ceará Mirim após engolir pilha de brinquedo; foi atendida e transferida para avaliação cirúrgica no Hospital Walfredo Gurgel.

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COMO EVITAR ACIDENTES

Nos primeiros anos de vida, a criança leve tudo pra boca, para o nariz e para ouvido, especialmente objetos pequenos, as moedas, pedaços de brinquedos, pilhas e até comida, como por exemplo; grãos de feijão, arroz, milho entre outros. O médico da urgência pediátrica que atendeu a criança Dr Sebastião Campos, dá algumas orientações para evitar esse tipo de acidente:

Crianças menores de cinco anos não devem ter brinquedos com pilhas, pois nessa época elas não tem consciência e colocam tudo na boca.

Respeitar o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a faixa etária de cada brinquedo.

É importante que o responsável nunca tente tirar o objeto da criança porque, às vezes, pode acabar empurrando ainda mais para dentro da via aérea e agrave a situação.

Se a criança ingerir o objeto e estiver consciente a orientação é levar para o pronto atendimento mais próximo.

Caso não esteja consciente é importante manter a calma, e ligar para o Corpo de Bombeiros – 193, ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) – 192.

“Outro problema é a aspiração de moedas, rodinhas de carrinhos, objetos pequenos. A criança pode aspirar e ao invés de ir para o esôfago vai para a traqueia, e dai pode causar uma insuficiência respiratória”, explicou o médico.

Um dos problemas é conteúdo das baterias que são corrosivos e o perigo de provocar um ferimento em uma alça intestinal e como consequência ter a necessidade de realização de um procedimento cirúrgico de urgência.

Segundo dados do o Ministério da Saúde mostram que a muitas crianças que chegam aos hospitais, unidades de saúde e pronto socorro, passaram por algum acidente doméstico.

Ainda conforme o ministério, grande parte dessas crianças teve ferimentos graves e, algumas, até morreram por algum tipo de complicação respiratória, como asfixia.

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